Já me disseram que sou câncer com ascedente em capricórnio e que meu número da sorte é 2, mas não sei bem o que isso quer dizer e na verdade sempre gostei mais do 8.
Ao longo desses meus 30 anos tenho tentado ser algo além de um mísero grão de areia neste mundo, mas também não sei se minhas tentativas foram bem sucedidas.
Não sou de muitos amigos, aliás tenho bem poucos, sendo assim não me julgo uma pessoa muito sociável.
Tive muitos tropeços , mas acredito que tive também grandes acertos.
Ainda luto incansávelmente contra a mania de me me julgar auto-suficiente.
Aprendi a amar... Mais importante que isso, aprendi a dura tarefa de conviver.
Não sou do tipo que fala sempre o que pensa. Estou mais preocupada em não magoar quem vai ouvir. Mas guardar o que penso nem sempre é bom, por vezes acabo me ferindo mais do que o necessário.
Mas jamais deixo de ser sincera, posso procurar sempre as palavras mais amenas para me expressar ou apenas me calar quando possível, mais nunca minto sobre qualquer coisa, por isso não suporto que duvidem de mim. Tenho cárater.
Já tentei não me preocupar com o que os outros pensam a meu respeito, mas na verdade ainda somos muito mais a imagem que os outros vêem do que qualquer outra coisa.
Hoje creio que sou o que minhas tentativas me tornaram e o que minhas expectativas me levam a ser.
Trabalho pra caramba. E amo muito alguém, com a maior sinceridade que a palavra amor possa representar.
Tenho tudo pra chegar em algum lugar... só me falta definir onde.
"Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas, a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei. Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto." (Martha Medeiros)
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